terça-feira, 19 de outubro de 2010

Anafilaxia

pobre de mim
triste poeta
que sigo tua réstia
cintilando no salão
com essa folia
de dez carnavais
teu corpo me trás
veneno quinhão
quebrastes a taça
eu bebi na garrafa
um porre do vinho
apache Tristão
pobre de mim
triste poeta
um gosto me resta
veneno paixão

Um comentário:

  1. Essa paixão veneno que inebria e é tragada no gargalo em goles sedentos... eu quero, se quero.

    Beijos moreno... beijos meus.

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